terça-feira, março 31, 2015

Walcyr Monteiro é o enredo da Embaixada para 2016.



No ano de 2016, Belém irá completar 400 anos. E a Embaixada vai homenagear o professor, jornalista, folclorista emérito Walcyr Monteiro, autor do livro "Visagens e Assombrações de Belém" dentre outras obras de suma importância da nossa cidade.
A ideia central e o desenvolvimento do enredo da Embaixada de Samba do Império Pedreirense para o carnaval do ano de 2016 é de autoria de Victor Miranda.
O convite foi feito pessoalmente pelo próprio Victor e pela nossa presidente Socorro Luna.Não houve alegria maior para nós e emoção maior para ele...

terça-feira, fevereiro 10, 2015

A Embaixada homenageou a presença negra no bairro da Pedreira.

As tradições de terreiros de matrizes africanas da Pedreira, e a presença da população e da cultura negra na Amazônia, foi o tema da Embaixada de Samba do Império Pedreirense, que em 2015 apresentou o enredo "A Coroa do império no Batuque da Pedreira", com um desfile cheio de garra e emoção.

Comissão de frente com o ator e performer Carlos Vera Cruz e coreografia de Junior Maximmus com Drica Azevedo, Ingrid Castanheira, Natália, Fernanda Anjos, Aline, Adila Cristina, Rodrigo, Bill Santos, Leonardo, Léo, Zack, Lucas, Nalberto, o grupo de adolescentes do Projeto Pedreira do Futuro, representando Orixá Exu, Zé Pilintras e Pombas Giras em coreografia montada a partir da cultura afro-brasileira nos passos de samba de gafieira.
Carlos Vera Cruz, performer na comissão de frente (Foto Lucivaldo Sena)

Comissão de frente em coreografia de samba de gafieira (Foto Raimundo Paccó)




























































A ala coreografada pelo Mestre Fofão anunciava a boa sorte no jogo de búzios.
(Fotos de Lucivaldo Sena)
(Foto de Salim Wariss)


Marquinho do Império, o feiticeiro negro que encantou a avenida defendendo o estandarte da escola com muito samba no pé.
Marquinho do Império se apresentando pra primeira cabine de jurados.

O Pajé da Embaixada, Pai Emilinho, Pai Pingo, Pai Edson Santana (Táta Tauadirá), Rose Balduína, Babá Obaitá, Pai Fabiano de Cristo, Mametu Nangetu, Mametu Muagile marcaram o abre alas com a presença dos terreiros tradicionais de matrizes africanas na Pedreira.
(Foto Salim Wariss)

(Foto de Lucivaldo Sena)

(Foto de Lucivaldo Sena)

Ala livre, com os 'Pretinhos da Embaixada' representando o tráfico de pessoas nos navios negreiros, e com as pessoas a vinda das tradições africanas para a Amazônia, representado pelos Orixás nas pernas de pau de Rodrigo Ethnos, Adailton, Raquel, Neto e os pernaltas do Arraial do Pavulagem e o grupo performático organizado por Stefano Paixão, com Adriano Furtado, Marckson de Moraes, Nilton Cézar, Jorge Torres, Gladson Siqueira, Lauro Sousa, Breno Monteiro, Leandro Oliveira e grande elenco.
(foto  de divulgação)








(Fotos de Lucivaldo Sena)


A força e a beleza da Ginga africana com o primeiro casal de Mestre Sala e Porta Bandeira, Cintia Luna e Kirson Sorriso.

(fotos de Lucivaldo Sena)



(foto de Salim Wariss)

Os cantores e a bateria são o coração da escola, aqueles que fizeram pulsar o corpo envolto na musicalidade que potencializa a energia vital que promove a alegria de um bom desfile.










E as tradições africanas se encantaram com a exuberante natureza amazônica, com culturas de outras raizes, criando tradiçõe afro-amazônicas...






  










E nas tradições dos terreiros nasceram as culturas afro-amazônicas, inclusive o samba....