segunda-feira, dezembro 08, 2014

Fala de Help Luna no 63° aniversário da Embaixada.

Arrastão do 63° aniversário da Embaixada de Samba do Império Pedreirense



7 de dezembro de 2014
63° aniversário e Arrastão  Cultural da
Embaixada de Samba do Império Pedreirense
Carnaval 2015. Enredo: "A Coroa do Império no Batuque da Pedreira"

Neste enredo a Embaixada bate forte no repique, no
tamborim, na caixa e no surdo... bate forte no coração da
Pedreira, a Pedreira dos Terreiros da resistência, do Batuque da
Umbanda da Mina e do Candomblé, do Samba e do Amor...
Amor por essa história de resistência e sobrevivência do povo
negro, de resistência da minha, da sua.... da NOSSA ESCOLA DE
SAMBA que, como todas as culturas afro-amazônicas, também
nasceu dos terreiros, cresceu na coletividade e solidariedade
como um Maracatu do Subúrbio. E no cordão da memória que
nos liga novamente à África mãe, fazemos do samba a nossa
vida, desse mesmo samba cuja palavra pode ter origem do
verbo Kusamba (-samba), que tem o significado de celebrar,
rezar, orar, abençoar... E é neste samba de oração que a
Embaixada celebra os terreiros e através deles toda a cultura
que mantém viva a ancestralidade africana no bairro da
Pedreira.

Embaixada de Samba do Império Pedreirense/ Carnaval 2015
Presidente: Help Luna.
Diretor de Carnaval: Junior Leão.

A Coroa do Império no Batuque da Pedreira
Compositores: Javs, Dito e Marujo do Salgueiro.
Intérprete: Carlinho Sabiá.

Carnavalescos: Arthur Leandro e Fernando Cruz, com
consultoria de Neder Charone.

(recriação à partir do enredo de Jorge Pantoja, defendido pela
Embaixada no carnaval de 2000)

domingo, novembro 30, 2014

A Coroa do Império no Batuque da Pedreira


Neste enredo a Embaixada bate forte no repique, no tamborim, na caixa e no surdo... bate forte no coração da Pedreira, a Pedreira dos Terreiros da resistência, do Batuque da Umbanda da Mina e do Candomblé, do Samba e do Amor... Amor por essa história de resistência e sobrevivência do povo negro, de resistência da minha, da sua.... da NOSSA ESCOLA DE SAMBA que, como todas as culturas afro-amazônicas, também nasceu dos terreiros, cresceu na coletividade e solidariedade como um Maracatu do Subúrbio. E no cordão da memória que nos liga novamente à África mãe, fazemos do samba a nossa vida, desse mesmo samba cuja palavra pode ter origem do verbo Kusamba (-samba), que tem o significado de celebrar, rezar, orar, abençoar... E é neste samba de oração que a Embaixada celebra os terreiros e através deles toda a cultura que mantém viva a ancestralidade africana no bairro da Pedreira.
Embaixada de Samba do Império Pedreirense/ Carnaval 2015
Intérprete: Carlinho Sabiá.
Compositores: Javs, Dito e Marujo do Salgueiro.
Carnavalescos: Arthur Leandro e Fernando Cruz, com consultoria de Neder Charone.
Presidente: Help Luna.
Diretor de Carnaval: Junior Leão.

sábado, novembro 29, 2014

A Embaixada investe na formação de Mestres-Sala e Portas-Bandeiras.

Escola de Mestre-sala e Porta-Bandeira da Embaixada de Samba do Império Pedreirense investe na formação de jovens talentos para o futuro do samba paraense.
A nossa escola é aberta para pessoas de qualquer idade; além das aulas de M.S. e P.B. haverá oficinas com outras formas de danças e manifestaçõs culturais. As aulas tem acontecem todos os sábados na sede da A.C.S.E.B. Embaixada de Samba do Império Pedreirense, Trav. Mauriti, 1135 - próximo a Av. Pedro Miranda/ Pedreira, Belém/PA. Horário: 14:00 às 18:00hs - Instrutores Cíntia Luna e Kirson Sorriso. Entrada Franca .



Embaixada terá Ala Gay no Carnaval 2015.

Maria Padilha viveu na Espanha em época imprecisa, mulher que enfrentou os costumes da época e todos os tipos de preconceitos em nome do direito aos seus desejos e pelo direito de viver o seu amor... Ela é uma das principais entidades da umbanda traz consigo o dom do encantamento de amor é muito procurada pelas pessoas que sofre de paixões não Correspondidas. É representada como mulher bela, atraentes e sensual,
Dominadoras e de personalidade muito forte, sabe amar como ninguém mas com a mesma facilidade sabem odiar seus parceiros amorosos. Maria Padilha é considerada protetora das prostitutas, gosta do luxo e do sexo, adora a lua mas odeia o sol, suas roupas são geralmente vermelhas e pretas igualmente seus colares e sua coroa suas cantigas são muito alegres e cheias de magia e segredos.
e é por esse motivo que a comunidade gay do bairro da Pedreira escolheu essa personagem para desfilar como mulheres poderosas a combater os preconceitos e a homofobia no carnaval.

Ala da Maria Padilha (Ala gay) no enredo "A Coroa do Império no Batuque da Pedreira", Carnaval 2015. Organização da ala: Jandara Martan, telefone: 91-983263649


sexta-feira, novembro 14, 2014

Neste sábado (15), às 17 h horas acontece o lançamento da Escola de Mestre-sala e Porta-Bandeira da Embaixada do Samba do Império Pedreirense.

A Escola de Mestre-sala e Porta-Bandeira da Embaixada de Samba do Império Pedreirense, tem a visão de fomentar a cultura e valorização da arte do bailado do Mestre-sala e Porta-bandeira. O objetivo é contribuir com a sociedade em conjunto com os artistas que estarão diretamente envolvidos neste projeto.
A nossa escola é aberta para pessoas de qualquer idade; além das aulas de M.S. e P.B. haverá aulas de dança de salão, Ballet, Danças folclóricas, Dança Afro, Capoeira, Teatro entre outras.
As aulas vão acontecer todos os sábados, Local: Sede da A.C.S.E.B. Embaixada de Samba do Império Pedreirense (Trav. Mauriti, próximo a Av. Pedro Miranda) Pedreira.
Horário: 14:00 às 18:00hs - Entrada Franca .

O Lançamento acontece neste sábado (15), às 17 h na sede da Embaixada de Samba do Império Pedreirense (Trav. Mauriti, próximo a Av. Pedro Miranda) Pedreira.) informações: (91)98109-6274


terça-feira, novembro 04, 2014

Carnaval 2015 - A coroa do Império no batuque da Pedreira.

Em dezembro de 2013 a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas/ ONU, aprovou a Década Internacional de Afrodescendentesintitulada “Pessoas Afrodescendentes: reconhecimento, justiça edesenvolvimento”, a Década será celebrada de 01 de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2024 com o objetivo de reforçar o combate ao preconceito, à intolerância, à xenofobia e ao racismo. O Governo brasileiro empenhou-se diretamente nas negociações que levaram à proclamação da Década cuja meta é combater preconceito, intolerância, xenofobia e racismo, e a representação brasileira nas Nações Unidas ressaltou que o País tem o maior número de pessoas de ascendência africana fora do continente de origem, mas que mesmo assim este País continua a enfrentar o racismo e a intolerância herdada de seu passado colonial.
É engajada nessa diretriz internacional de valorização do povo negro brasileiro que em 2015 a ACESB Embaixada de Samba do Império Pedreirense reedita o enredo apresentado em 2000 - “A Coroa do império no Batuque da Pedreira”, de autoria do carnavalesco
Jorge Pantoja, e apresenta na avenida uma nova versão para esse enredo que homenageia o ‘Batuque’ – nome que os brancos chamavam as tradições de terreiros – e toda a cultura que vem dos Terreiros de Tambor de Mina, Candomblé e Umbanda que habitam o bairro da Pedreira.

Nesta nova versão proposta por Arthur Leandro e Fernando Cruz, o enredo é pensado coletivamente a partir do samba...








A coroa do Império no batuque da Pedreira.

Compositores: Javs, Dito e Marujo do Salgueiro

Vindos de além mar
Sob a luz do luar
Cantavam e tocavam seus tambores
Para amenizar as suas dores (bis)
(a Embaixada!)
A Embaixada vem mostrar
Como os negros africanos aqui chegaram
Trazidos em caravelas
Condenados pelo rei de Portugal
Reunidos nos terreiros o Batuque assim surgiu
Nas terras do pau-brasil

Obá Ogã bate tambor
A capoeira berimbau que me ensinou (bis)

(mas simples)
Simples como um toque de magia
O negro assim surgia
No terreiro de Umbanda
E a Pedreira na avenida
Transforma o batuque em samba
Obatalá.... Vem me ajudar
Para a liberdade conquistar

Eu bato forte no couro (tam tam tam)
Espanto até mau olhado, corto o mal
Eu sou negão eu sou bantu, eu sou
E no Império vou brincar meu carnaval (refrão)

(mas Bá...)
Bábalorixás, feiticeiros de valor
Salve, a coroa guerreira
Representante da pedreira
O bairro do samba e do amor (bis)


Desenvolvimento do enredo.


A Embaixada vem mostrar
Como os negros africanos aqui chegaram...

A história brasileira registra que por quase quatro séculos, uma média de cinco milhões de africanos e africanas foram obrigados a cruzar o Atlântico em porões de navios negreiros para serem vendidos como escravos no Brasil. Eram pessoas de diferentes etnias, originárias de diversas regiões do continente africano:  Angola, Congo, Moçambique, Benim, Cabo Verde, Gana, Guiné, Nigéria, Senegal, etc.
Cinco milhões de pessoas que trouxeram valores civilizatórios, cosmovisão, práticas sociais e alimentares específicas. 
No processo de luta pela sua sobrevivência física, social e cultural os povos africanos e seus descendentes utilizaram variadas estratégias o que proporcionaram processos de preservação e reinvenção das práticas tradicionais africanas no Brasil, e essas estratégias sobrevivem até nossos dias em constante reorganização em territórios de resistência política e cultural.




Simples com um toque de magia
o negro assim surgia no terreiro de Umbanda...





Esses territórios são chamados de Terreiros, são territórios que foram construídos como espaços de enfrentamento da violência, fortalecimento da identidade, da memória coletiva, de vivência das tradições de matriz africana que se caracterizam pelo respeito à tradição e aos bens naturais; o uso do espaço para a reprodução social, cultural e espiritual da comunidade; e a aplicação de saberes tradicionais transmitidos através da oralidade. No Pará a repressão às culturas negras eram legalmente justificadas pelo artigo 107 do código de posturas municipais de Belém, que proibia, entre outras coisas,
§ 2º. Fazer batuques ou sambas;
§ 3º. Tocar tambor, carimbó ou qualquer instrumento, que perturbe o sossego durante a noite, etc. 

Mesmo no Brasil República do século XX, ainda temos o estado a reprimir as culturas afro-brasileiras, Luiz Augusto Pinheiro Leal pesquisando a repressão policial aos terreiros de Belém na década de 1930 diz que as culturas de matriz africana preservadas em comunidades tradicionais de terreiro, principalmente em seus aspectos religiosos, foram tratadas sob um rigor repressivo não fundamentado diretamente na legislação criminal brasileira.
No contexto da repressão ao culto afro-brasileiro do período, diferentes nomes dos responsáveis pelos terreiros foram citados através do noticiário da imprensa paraense, das ações policiais e, posteriormente, de um processo jurídico. Contudo, foi a ameaça de prisão para cinco distintas lideranças religiosas que causou uma reação imediata dos intelectuais paraenses em defesa da liberdade de culto. As cinco lideranças foram regularmente citadas no debate jornalístico (...) da luta pela liberdade de culto entre1937 e 1939. As cinco lideranças que mobilizaram a ação intelectual naquele momento foram: Satiro Ferreira de Barros, Pedro Paulo Vilhena, Raimundo Silva, Luiza Bulhões dos Santos (posteriormente identificada como Mãe Lú) e Fortunata da Purificação Oliveira. 
Todas as autoridades de terreiro ameaçadas de prisão e citadas na pesquisa são do bairro da Pedreira.

Para a liberdade conquistar
eu bato forte no couro.....

Da Pedreira também é Mãe Doca, Dona Rosa Viveiros, ou Nochê Navanakoly, ou Mãe Doca, negra mulher e maranhense de Codó, que apenas três anos após a abolição da escravatura enfrentou o racismo, preconceitos da época e inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na Tv. Humaitá na capital paraense. A partir dos 18 de março de 1891 ela foi presa várias vezes porque tocava tambores e cultuava as divindades africanas com as quais preservava as tradições de matriz afro- amazônica, e nem por isso desistiu de manter aberto o terreiro que dava lugar à manutenção das tradições de sua origem negra africana. A consciência negra foi o que motivou Mãe Doca a enfrentar os desmandos da polícia e o poder constituído em alicerces racistas e discriminatórios.

Mãe Doca, Satiro Ferreira de Barros, Pedro Paulo Vilhena, Raimundo Silva, Luiza Bulhões dos Santos, Fortunata da Purificação Oliveira, e depois deles outros tantos como Manoel Colaço, Mãe Lucimar, Pai Caduca, Pai João Guapindaia, Mãe Dora de Ubirajara bateram forte no couro de seus tambores para enfrentar a violência e garantir o direito à manutenção da cultura afro-brasileira, pelo direito à humanidade africana na diáspora amazônica. Tambores que ainda hoje reafirmam a identidade na batida forte contra o racismo manifesto pela intolerância religiosa.

Obá Ogã bate o tambor
a capoeira berimbau que me ensinou....


E foram os territórios tradicionais negros, os terreiros, o lugar onde nasceu e pode crescer todas as manifestações culturais que mantém vivos em terras brasileiras aqueles valores civilizatórios trazidos do continente africano, as culturas de roda, de respeito aos mais velhos e a forte poesia associada à percussão musical que garantem a transmissão da memória pela oralidade pelo lúdico e pelo jogo.
E para manter esse “ser” afro-amazônico, os terreiros da Pedreira também se disfarçaram em sincretismos católicos nas festas do Divino Espírito Santo e da Santíssima Trindade, acenderam fogueiras pros santos juninos e dançaram!
E nós, seus descendentes, continuamos dançando e brincando e batendo forte os tambores da capoeira Angola dos terreiros Bantu, batendo forte nas curimbas que criaram o ritmo do Carimbó, bateram forte nas barricas do Boi Bumbá, nos ganzás e agogôs e nos atabaques dos blocos afro, dos Afoxés e dos Maracatus.
Nós batemos os tambores, brincamos e dançamos para garantir a vida.


E a Pedreira na avenida
Transforma o Batuque em samba...



Neste enredo a Embaixada também bate forte no repique, no tamborim, na caixa e no surdo... bate forte no coração da Pedreira, a Pedreira dos Terreiros da resistência, do Batuque da Umbanda da Mina e do Candomblé, do Samba e do Amor...
Amor por essa história de resistência e sobrevivência do povo negro, de resistência da minha, da sua.... da NOSSA ESCOLA DE SAMBA que, como todas as culturas afro-amazônicas, também nasceu dos terreiros, cresceu na coletividade e solidariedade como um Maracatu do Subúrbio.
E no cordão da memória que nos liga novamente à África mãe, fazemos do samba a nossa vida, desse mesmo samba cuja palavra pode ter origem do verbo Kusamba (-samba), que tem o significado de celebrar, rezar, orar, abençoar...
E é neste samba de oração que a Embaixada celebra os terreiros e através deles toda a cultura que mantém viva a ancestralidade africana no bairro da Pedreira.
Afinal....


Eu sou negão, eu sou bantu, eu sou...
E no Império eu vou brincar meu carnaval...




Valores civilizatórios africanos preservados na diáspora brasileira:
1.      RELIGIOSIDADE - Para a nação afro-descendente, religiosidade é mais do que religião: é um exercício permanente de respeito à vida e doação ao próximo.
2.      CIRCULARIDADE - Todos nós conhecemos o prazer que advém do ato de sentar em roda com amigos para contar histórias, fazer música, brincar com jogos ou manifestar a religiosidade.
3.      CORPOREIDADE - Este conceito nos ensina a respeitar cada milímetro do corpo humano, que deve estar presente em cada ação e em diálogo com outros corpos. As demandas corporais devem ser consideradas. Afinal, o corpo atua, registra nele próprio a memória de várias maneiras, seja através da dança, da brincadeira, do desenho, da escrita, da fala. Das músicas às danças, com tudo o que elas anunciam e denunciam. Os corpos dançantes revelam memórias coletivas.
4.      MUSICALIDADE - Famosa no mundo inteiro pela sua qualidade inconteste, a música brasileira tem os dois pés bem fincados no Continente Negro. Quem resiste aos encantos de uma batucada? A musicalidade, a dimensão do corpo que dança e vibra em resposta aos sons só reafirma a consciência de que o corpo humano também é melódico e potencializa a musicalidade como um valor.
5.      MEMÓRIA - Para despertar o sentimento de afro-brasilidade e, sobretudo, de orgulho ao exibi-la, é necessário mexer no eixo do racismo e da memória: o racismo como algo a ser enfrentado e a memória para que a presença africana que habita em nós possa emergir livremente.
6.      ANCESTRALIDADE - Quando se pensa em ancestralidade, faz-se uma imediata ponte com a história e a memória. Convém não esquecer o passado. Não há fórmulas complexas para vivenciar o que é, de fato, a ancestralidade. Quer provar? Então saia em busca do relato dos mais velhos, que trazem o rico imaginário afro-brasileiro.
7.      COOPERATIVISMO - Falar sobre cultura negra requer usar a palavra ‘coletivo’. Pensar em africanidades é pensar em comunidade, em diversidade, em grupo. Imaginem o que teria acontecido com a população negra num sistema escravocrata se houvessem desprezado o princípio da parceria, do diálogo, da cooperação? E ainda nos dias que corre, nesta sociedade racista excludente?
8.      ORALIDADE - Herança direta da cultura africana, a expressão oral é uma força comunicativa a ser potencializada. Jamais como negação da escrita, mas como afirmação de independência. A oralidade está associada ao corpo porque é através da voz, da memória e da música, por exemplo, que nos comunicamos e nos identificamos com o próximo.
9.      ENERGIA VITAL - O princípio do axé é a vontade de viver e aprender com vigor, alegria e brilho no olho, acreditando na força do presente. Em nada se assemelha a normas, burocracias, métodos rígidos e imutáveis. Pelo contrário. Tudo é uma possibilidade para quem é guiado pelo axé.
10.   LUDICIDADE - Entre suas variadas utilidades, os jogos sempre viabilizaram o aprendizado. Também serviram para transmitir as conquistas da sociedade em diversos campos do conhecimento. Quando os membros mais velhos de um grupo revelam aos jovens como funciona um determinado jogo de tabuleiro, por exemplo, eles transmitem uma série de conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural daquele grupo.

Fontes de referência
   CAMPELO, M. M. “Os candomblés de Belém – o povo de santo reconta a sua história”. In: X Encontro de Ciências Sociais no Norte e Nordeste do Brasil. Salvador, Universidade Federal da Bahia, 2001.
    ______, As religiões de matrizes africanas no Pará. In AVIZ, Adriana de (Org.) Itinerários antropológicos (Seminário Temático). Belém: MPEG, 2006.
   LEAL, Luiz Augusto Pinheiro “NOSSOS INTELECTUAIS E OS CHEFES DE MANDINGA”: repressão, engajamento e liberdade de culto na Amazônia (1937-1951). Salvador: PMPGEEA/UFBA (Tese de doutorado), 2011.
   SECOMT/ SEPPIR-PR, Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República I PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA. Brasília: Presidência da República/ SEPPIR, 2013 – disponível em http://www.seppir.gov.br/arquivos-pdf/plano-nacional-de-desenvolvimento-sustentavel-dos-povos-e- comunidades-tradicionais-de-matriz-africana.pdf 
   VALLE, Camila do, MARIN, R. E. A., NOVAES, J. S., ALMEIDA, A. W. B.,  et all (Org.) Cartografia social dos afrorreligiosos em Belém do Pará - religiões afro-brasileiras e ameríndias da Amazônia: afirmando identidades na diversidade. Belém/ Rio de Janeiro : Casa8/ IPHAN, 2012.  


Sites consultados